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Como Ajudar um Dependente Químico? – Culpado X Responsável

A crescente problemática da dependência de álcool e outras drogas, infelizmente, é uma realidade presente na grande maioria das famílias. Sendo que, quando surpreendidos por um familiar dependente, a família questiona-se onde errou, ou quem, ou que, seria o culpado por aquela situação.

A mãe questiona se faltou oferecer mais carinho, o pai se lhe faltou dar algumas palmadas, a esposa se não lhe é suficiente, questionam se é falta de caráter do dependente e por fim, porque com ele(a), porque com nossa família?

Diante disso, começam a se acusar tentando promover a solução com a culpabilização de alguém pelo problema do familiar dependente, que na grande maioria das vezes, cai sobre o próprio dependente, ficando a mercê de julgamentos que em nada lhe ajudam a buscar ajuda.

Como Ajudar um Dependente Químico - Culpa

A fim de promover a recuperação, é importante que saibam que não existe culpado. Nem a mãe, nem o pai, a esposa ou tampouco o próprio dependente devem ser culpabilizados pela doença da dependência química, afinal o que fazemos quando encontramos o culpado? 

Damos a sentença e o deixamos à deriva de um futuro “pagando” por seus erros? 

Pelo contrário, nesta ocasião, devemos buscar o responsável pela mudança, que neste caso, deva ser o dependente, porém é certo que somente conseguirá motivação para isso, se o sistema familiar for um estimulante da recuperação, ou seja, pessoas que acreditem nele como capaz de promover mudança, pois tem em sua retaguarda a família como base de apoio e fator de proteção.

Como Ajudar um Dependente Químico - Feliz

Se você é dependente de álcool e/ou outras drogas, não se culpe pela doença, motive-se a promover mudança para si, pois existem tratamento e qualidade de vida na recuperação. 

Caso seja família, esta é a hora de pensar: “ Como Ajudar um Dependente Químico? ”, busque ajuda para ajudar, se informe, não se culpe e então ofereça ao seu familiar, não apenas o tratamento, mas principalmente apoio, incentivo e estímulo para que ele assuma a responsabilidade, não da culpa, e sim da mudança!


Bruna Moraes – Psicóloga

Pós Graduada em Psicopatologia e Dependência Química

CRP 06a/109.857

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